MAIS DO QUE NUNCA ..CHEGOU A HORA DE FAZERMOS AS COISAS CERTAS COMO DIZ NA BIBLIA ...POIS O FALSO MESSIAS ESTA CHEGANDO E VAI CONVENCER 3/4 DA POPULAÇÃO ..SÓ 1/4 NÃO VAI ACREDITAR E SE SALVAR
De acordo com os escritos antigos, Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança …”; e precisamente esta é uma história que coincide na maioria das civilizações antigas do nosso planeta.
Em 2006, um diretor americano desconhecido chamado Jon Gress, começou a filmar o que deveria ser o filme mais controverso do século, algo que contradizia completamente, Charles Darwin mostrando que ele estava errado, e obviamente não atendia muitos interesses existentes.
O filme independente se fosse concluído, seria baseado nos livros do cientista e pesquisador, Zecharia Sitchin, e deveria ter sido lançado há vários anos. O site oficial do filme foi desconcertante, havia imagens de pré-produção. No entanto, a majestosa produção foi cancelada(que não é a primeira vez que isso acontece), e a maioria dos links relacionados ao filme, excluídos.
“Façamos o homem à nossa imagem e semelhança …”. (Clique na Imagem para Amplia-la)
“Anunnaki” foi o primeiro filme de uma trilogia que era para ser lançado em 2006 e seria o primeiro filme da saga, mas infelizmente nunca foi lançado, além disso, o projeto foi abandonado de repente, e toda a publicidade sobre o filme e mesmo o local das gravações foram abandonados, mas alguns links ainda podem ser encontrados na internet, se você procurar, o Anunnaki nunca foi concluída, você perceber que a marca nunca apareceu nas grandes telas de cinemas.
O trailer abaixo ainda pode ser visto no YouTube, e mesmo se nenhuma confirmação deve ser proibida correspondente ao filme, está intimamente relacionado:
Anunnaki Trailer Oficial – Jon Gress – [La Película Prohibida]
No vídeo abaixo detalhes podem ser encontrados no filme cancelada “Anunnaki”
Anunnaki: O Filme proibido que nunca foi lançado, por quê?
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O objeto cósmico, uma estrela anã vermelha conhecida como estrela Scholz, já passou pela área externa do Sistema Solar, uma região conhecida comoNuvem Oort(*).
Nuvem Oort, que envelopa o sistema solar em seu interior e é composta de uma incontável quantidade de pedaços de rocha.
A estrela Scholz não passou sozinha pelo Sistema Solar, ela veio acompanhada por um objeto conhecido como umaestrela anã marrom (Brown Dwarf Star) – um corpo celeste que não tem a massa necessária para gerar fusão em seus núcleos e portanto não emite luz como o nosso sol.
Observações da trajetória da estrela sugerem que há cerca de 70 mil anos esta estrela invasora passou a 0,8 ano-luz de distância de nosso Sol.
A nossa vizinha mais próxima, a estrela/sol Próxima Centauri, da Constelação do Centauro, está a 4,2 anos-luz, por exemplo. A “descoberta” foi publicada na revista especializada Astrophysical Journal Letters.
Uma representação artística da estrela Scholz, que atualmente está a 20 anos-luz de distância
Muito Perto
Na pesquisa, os astrônomos liderados por Eric Mamajek, da Universidade de Rochester, Estados Unidos, afirmaram que têm 98% de certeza de que a estrela Scholz viajou pelo que é conhecido como a “Nuvem Oort Externa*”, uma região no limite do Sistema Solar conhecido como um depósito de detritos remanescentes da construção dos planetas do sistema solar que possui trilhões de pedaçosde rochas que são a origem dos cometas, meteoros e asteroides.
Esta região é como uma “casca” esférica que envolve o Sistema Solar e pode se estender até 100 mil Unidades Astronômicas, ou UA (uma UA é a distância entre a Terra e o Sol, cerca de 150 milhões de km).
Para determinar a trajetória da estrela, os pesquisadores precisavam de duas informações: a mudança na distância do Sol para a estrela (sua velocidade radial) e o movimento da estrela pelo espaço interestelar (velocidade tangencial).
{n.T.: (*) A Nuvem de Oort, é uma nuvem esférica de detritos que se acredita localizar-se a cerca de 50 000 UA, ou quase um ano-luz de distância do Sol. Isso significa que ela está a aproximadamente um quarto da distância da mais próxima estrela do nosso sistema solar, Proxima Centauri. O cinturão de Kuiper e o disco disperso, as outras duas regiões do Sistema Solar que contêm objetos transnetunianos, se localizam a menos de um milésimo da distância estimada da nuvem de Oort. A parte externa da nuvem de Oort define o limite cosmográfico do Sistema Solar e a região de influência gravitacional do Sol.
Acredita-se que a nuvem de Oort, que recebe o seu nome graças ao astrônomo holandês Jan Oort, compreenda duas regiões distintas: uma parte externa esférica e uma parte interna em forma de disco, ou nuvem de Hills. Os objetos da Nuvem de Oort são compostos principalmente por materiais voláteis como rocha, gelo, amônia e metano.
A Nuvem de Oort
Os astrônomos conjecturam que a matéria que compõe a nuvem de Oort tenha se formado perto do Sol, nos primeiros estágios da formação do Sistema Solar, e tenha se espalhado pelo espaço devido aos efeitos gravitacionais dos planetas gigantes.
Embora não se tenha feito nenhuma observação direta da nuvem de Oort, ela pode ser a fonte de todos os meteoros, asteroides e cometas de longo período e de tipo Halley que entram no Sistema Solar interior, além de muitos centauros e cometas de Júpiter. A parte externa da nuvem de Oort é pouco influenciada pela gravidade do Sol, e isso faz com que outras estrelas e a própria Via Láctea possam interferir na órbita de seus objetos dentro da nuvem e mandá-los para dentro do Sistema Solar interior. Dependendo de suas órbitas, a maioria dos cometas de curto período do Sistema Solar pode ter vindo do disco disperso, mas alguns podem ter se originado na nuvem de Oort}
A estrela Scholz atualmente está a 20 anos-luz de distância, ou seja, um sistema razoavelmente próximo. Mas, a Scholz demonstrou um movimento tangencial muito lento para uma estrela tão próxima.
Isto indica que ela estaria se distanciando de nosso sistema ou estaria vindo em nossa direção para um encontro próximo com o Sistema Solar no futuro.
As medidas da velocidade radial confirmaram que o sistema estelar binário está, na verdade, se distanciando de nosso sistema. Ao rastrear seus movimentos no passado, os cientistas descobriram a passagem próxima do Sol há 70 mil anos.
Tamanho estimado e quadro comparativo de diferentes corpos cósmicos
”Insignificante”
Uma estrela passando pela Nuvem Oort poderia causar problemas gravitacionais nas órbitas dos cometas daquela região, arremessando-os para trajetórias para dentro do nosso Sistema Solar. Mas, Eric Mamajek acredita que os efeitos da estrela Scholz em nossa vizinhança cósmica foram “insignificantes”.
“Existem trilhões de cometas na nuven Oort e há chance de alguns desses terem sido perturbados por este objeto. Mas, até agora, parece que esta estrela não desencadeou uma ‘chuva de cometas’ mais importante”, afirmou o cientista à BBC News.
A estrela Scholz passou relativamente perto, mas o sistema binário (a estrela anã vermelha e sua companheira, a anã marrom) tem pouca massa e estava passando em alta velocidade. Estes fatores combinados contribuíram para que o efeito da passagem da Scholz pela Nuvem Oort fosse pequeno.
Notícia publicada no jornal The Washington Post de 30 de dezembro de 1983 sobre a descoberta do corpo celeste estranho:
A seguir a tradução da notícia: Por Thomas O’Toole, publicada no jornal Washington Post, da equipe de redação – sexta-feira dia 30 dezembro, 1983; Página A1 “Um corpo celeste possivelmente tão grande como o gigantesco planeta Júpiter e, possivelmente, tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar foi encontrado na direção da Constelação de Órion por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-IRAS). Tão misterioso é o objeto que os astrônomos não sabem se ele é um planeta, um cometa gigante, uma “proto-estrela” próxima que nunca ficou quente o suficiente para se tornar uma estrela, uma galáxia distante tão jovem que ainda está em processo de formação de suas primeiras estrelas ou uma galáxia tão envolta em poeira que nenhuma das suas estrelas ainda é visível. “Tudo o que posso dizer é que não sabemos o que é”, disse em uma entrevista, o Dr. Gerry Neugebauer, o cientista chefe do IRAS para o JPL-Laboratório de Propulsão a Jato da Califórnia e diretor do Observatório Monte Palomar, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, a explicação mais fascinante deste misterioso corpo, que é tão frio que não lança luz e nunca foi visto por telescópios ópticos na Terra ou no espaço, é que ele é um planeta gigante gasoso tão grande como Júpiter e tão perto da Terra em 50 bilhões de milhas. Embora isso possa parecer uma grande distância em termos terrestres, é uma curta distância em termos cosmológicos, tão perto, de fato, que seria o corpo celeste mais próximo da Terra além do mais externo planeta Plutão. “Se ele esta realmente tão perto, seria uma parte do nosso sistema solar”, disse o Dr. James Houck do Centro de Rádio Física da Universidade Cornell.
Apesar de esta ter sido a passagem mais próxima já detectada de uma estrela pelos astrônomos, se trata de proximidade inédita da passagem desta estrela, e Mamajek acredita não ser incomum que estrelas se aproximem de nosso Sol. Ele afirma que uma estrela provavelmente passa nas proximidades da Nuvem Oort aproximadamente a cada 100 mil anos.
Mas ele sugere que uma passagem tão próxima como esta, ou mais próxima ainda, é, de alguma forma, mais rara. Segundo Mamajek, as simulações matemáticas mostram que um evento como o que envolveu a estrela Scholz ocorre, em média, a cada 9 milhões de anos.
Filme recente de uma explosão solar, feito pela sonda STEREO da NASA, no dia 28 de novembro de 2013, que revelou a existência de um aparentemente imenso objeto já dentro do nosso sistema solar.
“Então, é uma coincidência que nós tenhamos conseguido descobrir uma que passou tão perto nesses últimos 100 mil anos”, disse.
“Ao entardecer, dizeis: haverá bom tempo porque o céu está rubro. E pela manhã: hoje haverá tempestade porque o céu esta vermelho-escuro. Hipócritas ! Sabeis, portanto discernir os aspectos do céu e não podeis reconhecer “OS SINAIS DOS TEMPOS?” Mateus 16: 2 e 3
Atualização em 14 de Junho de 2016:
A seguir citamos passagem de um livro (“Contato com Discos Voadores”, de Dino Kraspedon, páginas 33 a 37) publicado ainda em 1957, sobre encontros com extraterrestres vindos das luas de Júpiter, Ganimedes e Io, em que são feitas referências (há 59 anos atrás) à chegada deste SEGUNDO SOL ao nosso sistema solar:
“Em breve os terrestres terão outros problemas a resolver. Se até agora não tem solução para o problema dos três corpos, brevemente haverá maior dificuldade com a inclusão de um outro sol no nosso sistema. Agora são três; depois serão quatro corpos, representados pela Terra, dois sóis e o centro magnético.
P.— Não estou compreendendo bem o que você se está referindo. Que outro sol é esse que fará parte do nosso sistema?
— É o que lhe estou afirmando: um outro sol penetrará, dentro em breve, no nosso sistema planetário, e teremos um invejável sistema de sóis duplos Aliás, essa é uma das razões porque aqui nos encontramos, além de vir preveni-los contra os perigos a que estão expostos com o advento da era atômica e de vir saudá-los.
— Sim, eu quero saber quais os perigos a que estamos expostos com o advento da idade atômica, mas primeiro seria interessante ouvir mais a respeito desse novo sol.
— Esse corpo é um monstro, que em breve poderá ser visto na direção (da Constelação) de Câncer, de luz apagada. A luz de um sol só passa a brilhar quando penetra num campo magnético secundário como o nosso. Penetrando no sistema, toma um movimento de rotação, deforma o espaço e gera correntes que lhe darão brilho. Se viesse luminoso, sua luz provocaria forte repulsão e seria desviado da sua rota. Sem brilho, ele sofre a pressão do nosso sol mas o seu momento cinético lhe garantirá a penetração no sistema solar. De inicio será uma luz avermelhada, depois azul. Após vencer a zona das grandes massas planetárias (Júpiter, Saturno, Urano e Netuno), terá a oposição solar pela frente, mas na retaguarda terá o peso das grandes massas a impulsioná-lo por uma ação repulsiva. A repulsão contra os planetas, pela retaguarda, a sua luz brilhando e o volume de sua massa descomunal fará o nosso sol atual deslocar-se das proximidades do centro magnético, situando se mais longe. Então os dois sóis demarcarão as suas órbitas, ficando o de maior massa e menos luz mais próximo do centro (E sucederá naquele dia, diz o Senhor, que farei que o sol se ponha ao meio dia, e a Terra se entenebreça em dia de luz. (Amos: 8-9).
A penetração desse novo corpo foi predita por Nostradamus nas suas célebres Centúrias, II, quadra 41, onde se lê: “La grande estoille par sept jours bruslera. Nuee fera deux soleils apparoir”.
O que significa: Por sete dias a GRANDE ESTRELA brilhará, nuvem fará dois sóis aparecer.
Imagem de uma explosão solar, feito pela sonda STEREO da NASA, no dia 28 de novembro de 2013, que revelou a existência de um imenso objeto já dentro do sistema solar.
Dois sóis no sistema criarão problemas MUITO difíceis. Todos os planetas terão as suas atuais órbitas modificadas. Mercúrio cairá na zona hoje compreendida entre Vênus e a Terra. Vênus irá para o lugar que medeia entre a Terra e Marte. A Terra sentirá o efeito, antes que o novo sol se coloque no seu lugar definitivo. À medida que esse corpo começar a brilhar, a pressão da luz fará com que a Lua se desloque da sua órbita e vá situar-se num ponto que passe à categoria de planeta. Com esse deslocamento conduzirá uma quantidade da massa etérea da Terra, que lhe garantirá uma estabilização de movimento. A Terra, por sua vez, sob a pressão combinada de dois sóis, irá se situar na zona hoje ocupada pelos asteroides (entre Marte e Júpiter).
As imagens abaixo são fascinantes e mostram um gigantesco e até então, invisível objeto visto pelo SECCHI (Sun Earth Connection Coronal and Heliospheric Investigation) e que ainda estava sendo visível. É verdade que as câmeras do telescópio do SOHO teriam perdido mais de 12 horas de gravação? Por que será?
Em suma, haverá um deslocamento geral de todos os corpos que povoam o nosso atual sistema solar. Plutão será lançado para fora, e vagará errante pelo espaço, até que um seio acolhedor o recolha. Um dos satélites de Marte será arrancado da sua atual posição e será projetado no espaço. De massa bastante densa, em vez de repelido será atraído para o interior.
Sua trajetória será de tal forma que viria a constituir-se em novo satélite da Terra. Depende do sentido em que ele tomar contato com este planeta. Se isso se der contra o sentido de rotação da Terra, o choque provocado pelo encontro da sua massa com o éter fá-lo-á em pedaços; se for a favor, ficará ligado ao planeta.
Foto batida recentemente, em 24 dezembro de 2015, em infravermelho, do sol e do seu novo companheiro que ainda não esta completamente visível em nossa realidade tridimensional
A Terra não sofrerá com um choque contra, pois a sua camada etérea oferece proteção. Pelos nossos cálculos, apenas cairá uma chuva de pedras (meteoros) sobre a superfície deste globo, principalmente na zona compreendida pelo sul europeu, norte da África, Ásia Menor, o norte da América do Sul e o sul da América do Norte. O impacto transformará o atual esplêndido satélite marciano em pedacinhos de uns 20 kg cada um, que devastará as zonas acima descritas. Depois tudo se normalizara. Nós teremos um novo céu onde viajar, e vocês uma nova terra.
— Quando será isso? Ainda levará muito tempo?
— Será muito em breve, no fim deste século XX. A Terra começará o seu novo milênio com uma nova fonte de luz a iluminar os seus prados. Muitos desaparecerão para sempre do cenário terrestre, masum pequenino rebanho restará, obediente às leis de Deus, e não haverá mais as lágrimas que aqui existem. Haverá paz e abundância, justiça e misericórdia. As almas injustas terão o castigo merecido, e só os bons terão guarida. Nesse dia o homem compreenderá o triunfo dos justos, e verá porque Deus não puniu imediatamente os maus. O Sol, que há de vir, será chamado o “Sol da Justiça”. O seu aparecimento nos céus da Terra será o sinal precursor da vinda d’Aquele que brilha ainda mais que o próprio Sol.
Muito em breve veremos DOIS SÓIS iluminando os céus da Terra
— E que tem a ver a vinda dos discos voadores (extraterrestres) à Terra com o Sol que há de vir?
— Estudamos todos os efeitos que o seu aparecimento trará. Se nos fosse permitido, podíamos enviar, por meio de aparelhos apropriados, pulsações eletromagnéticas contra ele, e evitaríamos a sua entrada, fazendo que a sua luz acendesse fora do sistema. Mas evitar a sua Vinda seria querer nos opor contra à vontade de Deus e deixar que a injustiça aqui se perpetuasse. Quem está com a sua consciência tranquila e em paz com o seu Criador nada precisa temer. Deixemo-lo vir.
Viemos com finalidade de estudos e também, para fazer um supremo apelo ao homem para que evitem a catástrofe e vivam em paz. A Terra não é o centro do sistema planetário, como antes pensavam, mas é o centro do mal. Se os homens se tornassem bons, talvez que o Criador tivesse compaixão. Evitem a guerra, porque pode dar-se o caso que o homem destrua o seu planeta com as suas próprias mãos evitando assim, que as forças da natureza o façam (em 2018). Não é difícil ser bom; é o bastante não fazer o mal. O restante Deus suprirá.” (Fim de citação)
O Martelo de Londres é o nome dado a um martelo feito do ferro e madeira que foi encontrado em Londres, Texas em 1936 (não erramos o nome da cidade não, essa fica nos EUA mesmo).
A história
Em junho de 1936 (ou 1934 de acordo com alguns relatos), Max Hahn e sua esposa Emma estavam em uma caminhada quando notaram uma pedra com madeira incrustada em seu núcleo.
Eles decidiram levar o objeto curioso para casa, mais tarde a pedra rachou e ironicamente, o que eles encontraram dentro parecia ser um martelo arcaico.
O Martelo de Londres
Uma equipe de arqueólogos verificou o artefato, e a pedra que envolvia o martelo foi datada de mais de 400 milhões de anos. O próprio martelo em si revelou ter mais de 500 milhões de anos. Além disso, outra evidência era que uma parte do cabo do martelo já estava começando a se transformar em carvão.
A polêmica
Se levarmos em conta que há mais ou menos 2,5 milhões de anos, andava sobre a Terra o Homo Habilis, que lembrava muito mais um macaco do que um homem. E que levou mais alguns milhões de anos de idade para que surgisse o primeiro Homo Erectus, que basicamente seria um “projeto” do que somos hoje, como explicar então uma ferramenta feita antes dos dinossauros existirem?
Imagem ilustrativa do Homo Habilis
Os teóricos da conspiração, é claro, adoraram a polêmica. Afinal de contas isso gera uma intrigante pergunta: Será que já existiu uma raça humana antes da raça humana? E se existiu que fim levou ela?
Mais mistérios
A cabeça do martelo, foi feita com mais de 96% de ferro, sendo muito mais pura do que qualquer coisa que a natureza poderia ter conseguido criar sem uma ajuda da tecnologia moderna.
Onde se encontra
O martelo se encontra atualmente em exposição no Museu das Evidências da Criação, fundado em 1984 por Carl Baugh com o objetivo de pesquisar e exibir exposições que suportam o criacionismo , retratando a Terra com seis mil anos de idade e os seres humanos coexistindo com dinossauros. O museu aliais, vende réplicas do martelo aos visitantes.
ACABEI DE RECEBER DE JORNALISTAS DA FORMULA 1 QUE RECEBERAM DE JORNALISTAS DOS EUA.. 26/12/2016
Agora o mundo vai saber da existência de Nibiru! TRUMP CHOCOU COMUNIDADE CIENTIFICA AO NOMEAR DOIS DENUNCIANTES DE NIBIRU PARA O CONCELHO DE ASSESSORES DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA. De acordo com o Washington Post, hoje, o presidente eleito Donald J. Trump chocou a comunidade científica, nomeando um par de denunciantes de Nibiru para o Conselho de Assessores de Ciência e Tecnologia (PCAST) do Presidente dos Estados Unidos. Ele escolheu o Dr. Ronald Shimschuck e o Dr. Ethan Trowbridge como co-presidentes da PCAST. As credenciais do Dr. Shimschuck são inquestionáveis; Um ex-graduado do MIT e cientista da NASA, o Dr. Shimschuck sacrificou a sua carreira e segurança para alertar o mundo sobre Nibiru, disse ser uma estrela anã marrom com sete planetas companheiros num curso próximo de colisão com a Terra...e que poderia mudar todo curso do planeta causando inúmeros transtornos ( mortes) em diversos paises . Sobreviveu a numerosas tentativas de assassinatos e sequestros por pessoas desagradáveis, ansiosas para silenciá-lo. Em maio, durante uma entrevista altamente antecipada com o candidato Steve Olson, dois homens com pronuncia da Arménia invadiram a casa segura do Dr. Shimschuck Tiblisi e dispararam nele com um dardo tranquilizante, embora escapando com vida. Até hoje, está relutante em discutir os detalhes do incidente, mas admite ser oferecido grandes quantidades de dinheiro em troca de "esquecer" o assunto Nibiru. O Dr. Ethan Trowbridge tem credenciais impecáveis. Graduou-se pela Universidade de Lowa com mestrado em Ciências Climatológicas. Foi anteriormente empregado do USGS, onde estudou sobre a realidade de Nibiru e seu encobrimento. Afirma que Hillary Clinton e Barrack Obama são diretamente responsáveis por perpetuar o encobrimento. Seus compromissos contrastam nitidamente com as picaretas do gabinete de Trump, um movimento que confunde a academia tradicional. Essas escolhas alarmaram a comunidade científica, desafiando as previsões de que Trump escolheria vozes científicas conservadoras, em vez de um par de marginalizados, cujas opiniões foram repudiadas por colegas em todo o mundo.
A pedido de muitos leitores por todos esses anos, finalmente uma reportagem sobre Boriska, o menino russo (hoje com 20 anos de idade) que diz ter vivido em Marte, em outra vida.
Um menino chamado Boris Kipriyanovich, ou Boriska (Pequeno Boris), mora na cidade de Zhirinovsk, na região de Volgograd da Rússia. Ele nasceu em 11 de janeiro de 1996. Desde que tinha 4 anos, ele costumava visitar uma área anômala bem conhecida, comumente chamada de Medvedetskaya Gryada – uma montanha próxima de sua cidade. Parece que o menino precisava visitar aquela área regularmente para preencher suas necessidades energéticas.
Os pais de Boriska, que são pessoas agradáveis, educadas e hospitaleiras, se preocupavam com os fascinantes talentos de seu filho. Eles não sabiam como outros iria tratar Boriska, quando ele ficasse mais velho.
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Sendo uma médica, sua mãe notou que o bebê já podia segurar sua cabeça 15 dias após seu nascimento. Ele falou a primeira palavra ‘baba’, quando tinha 4 meses e começou a pronunciar palavras simples logo após. Quando alcançou um ano e meio de idade, ele não tinha nenhuma dificuldade em ler as manchetes dos jornais. Aos dois anos, ele começou a desenhar e aprendeu a pintar seis meses mais tarde. Foi quanto ele começou a ir para o jardim de infância local. Os tutores imediatamente notaram o menino, com sua esperteza incomum, habilidades linguísticas e memória única.
Contudo, seus pais testemunharam que Boriska adquiriu conhecimento não somente do mundo externo, mas através de canais misteriosos também. Eles o viram ler informação desconhecida de algum lugar.
“Ninguém jamais o ensinou”, disse a mãe de Boriska. “Algumas vezes ele senta na posição de lotus e começa a nos contar fatos detalhados sobre Marte, sistemas planetários e outras civilizações, o que realmente nos intrigou”, disse ela.
Quantos garotos sabem tais coisas? O espaço sideral se tornou um tema permanente de suas histórias quando ele fez dois anos de idade. Uma vez ele disse que viveu em Marte. Ele diz que o planeta é habitado agora também, embora tenha perdido sua atmosfera após uma enorme catástrofe. Os marcianos vivem em cidades subterrâneas, diz Boriska.
O menino também disse que costumava voar até a Terra para pesquisa, quando ele era marciano. Além disso, ele pilotava sua própria nave. Isto ocorreu no tempo da Civilização Lemuriana. Ele fala sobre a queda de Lemuria como se tivesse ocorrido ontem. Ele diz que os lemurianos morreram porque pararam de se desenvolver espiritualmente e quebraram a unidade de seu planeta.
Quando sua mãe o trouxe um livro intitulado “De Quem Somos Originários”, por Ernest Muldashev, ele ficou muito empolgado. Ele despendeu um longo tempo olhando os desenhos de lemurianos, fotos de pagodas tibetanas, e então ele contou aos seus pais, por varias horas sem parar, sobre os lemurianos e sua cultura. Ele contou à sua mãe que os lemurianos viveram 70.000 anos atrás e tinham nove metros de altura… “Como pode você lembrar isto?” perguntou a mulher ao seu filho. “Sim, eu lembro e ninguém me contou isto. Eu vi”, respondeu Boriska.
No segundo livro de Muldashev “À Procura da Cidade dos Deuses” ele olhou as figura por um longo tempo e lembrou muitas coisas sobre as pirâmides e os santuários. Então ele disse que as pessoas não encontrariam o conhecimento sob a Grande Pirâmide de Quéops. O conhecimento será encontrado sob uma outra pirâmide, a qual não foi descoberta ainda. Ele falou:
A vida humana mudará quando a Esfinge for aberta; ela tem um mecanismo de abertura em algum lugar na parte de trás, eu não lembro exatamente.
Boriska é um dos assim chamados “crianças índigo”. Eles começam aparecer na Terra como uma amostra da grande vindoura transformação do planeta.
Boriska disse:
Não, eu não tenho medo da morte, porque vivemos eternamente. Houve uma grande catástrofe em Marte, onde eu vivia. Pessoas como nós ainda vivem lá. Houve uma guerra nuclear entre eles. Tudo queimou. Somente alguns deles sobreviveram. Eles construíram abrigos e criaram novos armamentos. Todos os materiais mudaram. Os marcianos respiram, pela maior parte, dióxido de carbono. Se eles voassem para o nosso planeta agora, eles teriam que despender todo o tempo ao lado de canos, respirando a fumaça.
Se você for de Marte, você precisa dióxido de carbono. Se estou neste corpo, eu respiro oxigênio, mas você sabe, isto te envelhece.
Especialistas perguntaram ao menino por que uma nave feita pelo homem muitas vezes se acidenta quando se aproxima de Marte. Ele respondeu:
Os marcianos emitem sinais especiais para destruir estações que contêm radiação nociva.
O menino possui um conhecimento profundo do espaço e suas dimensões. Ele também está ciente da estrutura dos OVNIs interplanetários. Ele fala sobre isso como um especialista, desenha OVNIs e explica a forma com que eles trabalham. Aqui está uma de suas histórias:
Ele tem seis camadas. A camada superior de metal sólido contabiliza por 25 por cento, a segunda camada de borracha – 30 por cento, a terceira camada de metal – 30 por cento, e a última camada com propriedades magnéticas – 4 por cento. Se você energizar a camada magnética, as naves serão capazes de voar pelo Universo.
Boriska tem muitas dificuldades na escola. Após uma entrevista, ele foi levado para o ensino secundário, mas logo eles tentaram se livrar dele. Ele interrompia os professores constantemente, dizendo que eles estavam errados. Daí ele passou a ter aulas com um professor particular.